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2018

não sei há quanto tempo não escrevo.
sei que faz muito, muito mesmo que não pego numa caneta e desato a escrever-me...

o tempo tem voado e eu sobrevoo-o. ele tem deixado marcas em mim. sei que poderia ter sido mais brando, sei que poderia ter sido mais doce, sei que poderia ter cuidado mais do nosso encontro... mas depois não seriamos nós.

2018 vieste rápido e sem medo. trouxeste contigo a leveza de me saber resolvida e em paz.
obrigada. mas deixa-me viver-te de perto. deixa-me ver-te por dentro...

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don't forget who you are

Desarmas-me.  Desarmas-me o coração. Derretes o gelo à minha volta. Costas os espinhos e calcas com os pés descalços as sebes que à minha volta habitam.  Chegaste devagarinho e impuseste-te na minha vida, no banal e no quotidiano do meu dia. Entraste nas tardes de pôr do sol, descansaste nos jantares no jardim, pernoitaste nas noites mais sombrias da minha existência. Tu foste o raio de luz que iluminou a minha vida, que permitiu a tudo brilhar...  Foste tu que me devolveste o sorriso... Foste tu que me encheste de esperança e vontade...   Achei que eras tu!  Pensei mesmo que serias tu!  E não foste... e não és. 

That's it!